4 de Fevereiro é o Dia Mundial de Luta contra o Câncer – Conceição do Castelo Online
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Saúde

4 de Fevereiro é o Dia Mundial de Luta contra o Câncer

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Mudanças no modo em que vivemos significam que cada vez mais pessoas em todo o mundo estão expostas a fatores de risco do câncer, como tabagismo, dieta de baixa qualidade e estilos de vida sedentários. Educar e informar os indivíduos e as comunidades sobre as relações entre estilo de vida e risco de câncer é o primeiro passo para uma prevenção efetiva do câncer.

O tabagismo ainda é o fator de risco mais importante para o câncer. O tabagismo é responsável por cinco milhões de mortes por ano ou 22% de todas as mortes por câncer. A redução das taxas de tabagismo diminuirá significativamente a taxa global de um grande número de tipos de câncer, incluindo de pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, bexiga, rim, colo do útero e estômago, e leucemia mieloide aguda.

O consumo de álcool está ligado a um aumento do risco de seis tipos de câncer. Atualmente, há fortes evidências de que o consumo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de sete tipos de câncer: de boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, mama e pâncreas.

Os níveis crescentes de obesidade são preocupantes em muitos países do todo o mundo. O sobrepeso e a obesidade estão fortemente ligados a um aumento do risco de casos de câncer de intestino, mama, útero, ovário, pâncreas, esôfago, rim e vesícula numa idade mais avançada. Contudo, aproximadamente um terço dos tipos de câncer comuns pode ser evitado por meio de uma dieta saudável, com a manutenção de um peso saudável e atividade física. Especificamente, o Fundo Mundial de Pesquisa Contra o Câncer estima que, para os 13 tipos de câncer mais comuns, cerca de 31% dos casos de câncer nos Estados Unidos são evitáveis por meio de dieta saudável, atividade física e manutenção de peso saudável. As estimativas para outros países são de 32% para o Reino Unido, 25% para o Brasil e 24% para a China.

Ao fornecer conhecimento atualizado a indivíduos e comunidades sobre as relações entre estilo de vida e câncer, podemos capacitar as pessoas para que façam escolhas saudáveis. Os indivíduos e as comunidades precisam ser informados que mais de um terço dos tipos de câncer são evitáveis com a adoção de comportamentos saudáveis.

Fonte: www.cancer.org.br

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Castelo

Após enchente Castelo registra casos de leptospirose

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A Secretaria Municipal de Castelo tem registrados casos suspeitos de leptospirose no município após a graves enchentes que devastaram a cidade e interior no último dia 24 de Janeiro.

Até agora 1 caso já foi confirmado e 36 casos suspeitos da doença foram notificados. O caso confirmado é tratado pela Santa Casa de Cachoeiro e suspeitos estão sendo tratados na Santa Casa Castelense.

O que é Leptospirose?

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que resulta da exposição direta ou indireta a urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira; sua penetração ocorre através da pele com lesões, pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou através de mucosas.

Quais são os sintomas da Leptospirose?

Os principais da fase precoce são:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dor muscular, principalmente nas panturrilhas
  • Falta de apetite
  • Náuseas/vômitos

Podem ocorrer diarreia, dor nas articulações, vermelhidão ou hemorragia conjuntival, fotofobia, dor ocular, tosse; mais raramente podem manifestar exantema, aumento do fígado e/ou baço, aumento de linfonodos e sufusão conjuntival.

Em aproximadamente 15% dos pacientes com leptospirose, ocorre a evolução para manifestações clínicas graves, que normalmente iniciam-se após a primeira semana de doença. Nas formas graves, a manifestação clássica da leptospirose é a síndrome de Weil, caracterizada pela tríade de icterícia (tonalidade alaranjada muito intensa – icterícia rubínica), insuficiência renal e hemorragia, mais comumente pulmonar. Pode haver necessidade de internação hospitalar. 

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Geral

Desperdício de comida: o que eu tenho a ver com isso?

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Colocar comida em excesso no prato e jogá-la no lixo; descartar cascas de frutas e legumes, fontes ricas em fibras; ou armazenar de forma errada os ingredientes. Essas são apenas algumas ações que contribuem para que cerca de um terço dos alimentos produzidos no planeta seja desperdiçado a cada ano, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês).

Do plantio à mesa das famílias, 1,3 bilhão de toneladas de comida recebem o mesmo destino: o lixo. Por outro lado, 795 milhões de pessoas passam fome em todo o mundo, sendo que 3,4 milhões são brasileiras. Já um estudo realizado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) indicou que há 52 milhões em situação de insegurança alimentar — sem acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e quantidade suficientes — no Brasil. No país são descartadas 15 milhões de toneladas por ano, o que alimentaria toda a população brasileira por 47 dias, conforme estimou o Instituto Akatu.

Ao mesmo tempo, de acordo com o relatório “Perspectivas Agrícolas no Brasil: desafios da agricultura brasileira 2015-2024”, da FAO, o Brasil é o segundo maior exportador agrícola mundial e o maior fornecedor de açúcar, suco de laranja e café. Além disso, é um grande produtor de milho, arroz e carne bovina.

A produção de alimentos ocupa 25% do território habitável na Terra. Já uma parte dessa área, equivalente ao tamanho do México, é utilizada para cultivar aqueles produtos que serão jogados no lixo. Esta mesma quantidade descartada causa a emissão de 3,3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano (FAO).

É importante ressaltar, no entanto, que a degradação do meio ambiente não é a única consequência do desperdício. A condição financeira das famílias médias brasileiras — que gastam 478 reais mensais para comprar comida — poderia passar por grandes mudanças caso deixassem de jogar fora 20% dos alimentos de casa. Pesquisadores do Instituto Akatucalculam que seriam economizados 90 reais por mês, o equivalente a 1,1 milhão de reais em 70 anos (expectativa média de vida).

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Cultura do desperdício

A alimentação no Brasil, ainda hoje, é sempre relacionada ao excesso. Quem nunca ouviu a típica frase nos almoços de família “é melhor sobrar do que faltar”? Ou nunca foi em um restaurante de rodízio ou por quilo? Para a nutricionista Camila Kneip, da ONG Banco de Alimentos, a cultura do desperdício está enraizada no país por uma série de motivos, entre eles, o fato de não ter passado por restrições severas nas guerras e também por ser muito grande em extensão e recursos.

“Nunca parou para se pensar o quanto a cultura da abundância é prejudicial. Já está mais do que na hora de começarmos a refletir sobre a influência dessa questão nos recursos naturais, assim como no processo de produção, descarte, mão de obra, água, energia e emissão de gás carbônico para transporte”, ressalta.

Segundo um estudo da FAO, a maior parte do desperdício no país ocorre na fase pré-consumo, ou seja, no plantio e no transporte, o que normalmente se dá pela falta de tecnologia, técnicas inadequadas e pouca infraestrutura nas estradas. Além disso, cada brasileiro gera cerca de um quilo de lixo por dia, incluindo embalagens, restos de alimentos e outros materiais. Em 2013, esse volume chegou a 76 milhões de toneladas, sendo que 58% desse total é formado por lixo orgânico (Instituto Akatu).

Fonte: https://catracalivre.com.br/

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